Seja bem-vindo
Fortaleza,17/04/2026

  • A +
  • A -

Furacão Helene mata 116 nos EUA e se torna um dos mais mortais da história recente do país

g1.globo.com
Furacão Helene mata 116 nos EUA e se torna um dos mais mortais da história recente do país


Fenômeno atravessou seis estados e também deixou cidades em ruínas, estradas inundadas e milhões de pessoas sem eletricidade. Outras 600 pessoas estão desaparecidas. Número de mortos pode chegar aos 600, segundo departamento de Segurança Interna dos EUA. Furacão Helene deixa rastro de destruição nos EUA
A passagem do furacão Helene pelo sudeste dos Estados Unidos deixou 116 pessoas mortas no país, o que tornou o fenômeno um dos mais mortais a atingirem os EUA nos últimos anos. Outras 600 pessoas estão desaparecidas.
✅ Clique aqui para seguir o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
O balanço de vítimas foi feito pela rede de TV americana "CBS" feito nesta segunda-feira (30) com base em registros de cada um dos seis estados por onde o furacão passou: Flórida, Carolina do Sul, Carolina do Norte, Geórgia, Tennessee e Virgínia.
A Carolina do Norte foi o estado com mais mortes: 39, segundo o último balanço local.
A tendência é que o número de vítimas deixadas pelo furacão Helene aumente ao longo dos dias. A conselheira do departamento de Segurança Interna dos EUA, Liz Sherwood-Randall, disse nesta segunda que o número de mortos pode chegar a 600.
"Os dados atuais indicam que pode haver até 600 vidas perdidas", disse Liz Sherwood-Randall, acrescentando que esse número ainda não foi confirmado.
Com o balanço, o Helene se uniu aos furacões mais mortais que passaram pelos EUA nos últimos anos, como o Ian, que em 2022 deixou 161 mortos, e o Irma, que atingiu a Flórida em 2017 e deixou 92 mortos.
Além das mortes, os fortes ventos e as chuvas torrenciais deixaram algumas cidades em ruínas, estradas inundadas e milhões de pessoas sem eletricidade.
Helene tocou a terra na tarde de quinta-feira perto de Tallahassee, capital da Flórida, como um furacão de categoria 4 em uma escala de 5 e com ventos de 225 km/h. Depois, enfraqueceu para ciclone pós-tropical, mas causou graves inundações, o fechamento de centenas de rodovias e a queda de pontes.
Ante a situação, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, visitará as áreas mais afetadas no final desta semana, informou a Casa Branca nesta segunda.
LEIA TAMBÉM:
Como o furacão Helene causou dezenas de mortes e destruição generalizada pelo sul dos EUA
VÍDEO: Imagens mostram rastro de destruição com passagem do furacão Helene nos EUA
VÍDEO: Pacientes e funcionários de hospital se refugiam no telhado à espera de resgate em meio a enchente no Tennessee
Por que causou tantas mortes?
Momento em que velejador e seu cachorro são resgatados após ficarem à deriva por passagem de furacão.
Reprodução/ g1
O especialista do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos EUA Dan Brown disse à agência de notícias Associated Press que que o Helene reuniu todos os atributos para se tornar um fenômeno altamente destrutivo:
O furacão foi extenso, com cerca de 560 quilômetros de largura;
Poderoso, com ventos que atingiram 225 km/h quando ele atingiu a costa, na semana passada, criando uma tempestade generalizada;
O fenômeno trouxe ainda consigo chuvas pesadas;
E acelerou de forma rápida, rumando para o norte a até 39 km/h no mar e 48 km/h em terra, acima da média.
O especialista comparou a escala geográfica da destruição de Helene aos furacões Agnes, de 1972, Hugo, de 1989, e Ivan, de 2004.
"Sistemas que se tornam muito poderosos, grandes e rápidos infelizmente têm potencial de impacto e danos para a terra", disse Brown no sábado (28).




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Recuperar Senha

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.